Para o laboratório de prótese

Retrabalho de prótese: por que acontece e como reduzir

Toda reprova consome material, hora de bancada e prazo, e a conta costuma sobrar para o laboratório. Esta página mapeia as causas mais comuns de retrabalho na prótese e o que dentista e laboratório podem fazer, cada um do seu lado, para reduzir a reprova.

Do pedido ao repasse, em um fluxo só

O pedido entra organizado, o pagamento fica reservado antes da produção e o repasse cai na conta do laboratório após a entrega.

  1. PedidoDentista descreve o caso
  2. OrçamentoLaboratórios respondem
  3. PagoValor reservado na plataforma
  4. ProduçãoLab trabalha com segurança
  5. EntregaRepasse cai na conta do lab

As causas mais comuns de reprova

O retrabalho raramente tem uma causa única, mas alguns motivos se repetem. Reconhecê-los ajuda a atacar a origem, não só o sintoma:

  • Cor que não combina com os vizinhos, por leitura ou comunicação ruim.
  • Oclusão alta ou contato proximal fora do ponto.
  • Margem mal definida na moldagem ou no escaneamento.
  • Informação incompleta no pedido: material, elemento ou antagonista faltando.
  • Divergência entre o que o dentista pediu e o que o laboratório entendeu.

O que cada lado controla

Parte do retrabalho nasce no consultório (moldagem, registro de mordida, leitura de cor) e parte na bancada (desenho, acabamento, oclusão). Tratar reprova como culpa de um lado só não resolve; reduzir de verdade exige clareza nas duas pontas.

Do lado da clínica: moldagem ou escaneamento com a margem nítida, registro de mordida confiável e cor bem comunicada. Do lado do laboratório: conferência da oclusão e dos contatos, acabamento dentro do combinado e dúvida levantada antes de produzir, não depois.

Quem paga o retrabalho

A pergunta espinhosa é quem arca com a reprova. Quando o erro é de informação que faltou no pedido, ou de moldagem, a responsabilidade tende a ser de quem originou a falha; quando é de produção, do laboratório. Sem regra combinada e sem registro do pedido, isso vira discussão.

Combinar antes as regras de retrabalho — o que conta como reprova, prazo e custo — evita que cada caso vire negociação no calor do problema.

Pedido completo e registrado reduz a reprova

Boa parte do retrabalho de origem some quando o pedido chega completo: material, elemento, cor na escala, antagonista, prazo e arquivo no mesmo lugar. O laboratório produz sobre base clara, e o registro mostra o que foi pedido se houver divergência.

Na iDente, o pedido entra com esses campos juntos e o que foi combinado fica registrado. A iDente não controla a moldagem nem a oclusão do caso; o que ela reduz é o retrabalho que nasce de informação incompleta e de combinação perdida.

Perguntas frequentes

Por que a prótese volta para retrabalho?

As causas mais comuns são cor que não combina, oclusão alta ou contato proximal fora do ponto, margem mal definida, informação incompleta no pedido e divergência entre o que foi pedido e o que foi entendido.

Quem paga pelo retrabalho da prótese?

Depende da origem da falha: erro de informação ou de moldagem tende a recair sobre quem originou; erro de produção, sobre o laboratório. Combinar antes as regras de retrabalho evita discussão caso a caso.

Como a iDente ajuda a reduzir retrabalho?

Fazendo o pedido chegar completo — material, elemento, cor, antagonista, prazo e arquivo no mesmo lugar — e registrando o que foi combinado. Reduz o retrabalho que nasce de informação incompleta, não os fatores clínicos do caso.

Quero reduzir o retrabalho que vem de pedido incompleto

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