Para o laboratório de prótese

Fluxo digital de prótese: do escaneamento ao arquivo STL

O fluxo digital encurtou o caminho entre o consultório e a bancada, mas só funciona bem quando o arquivo chega correto e completo. Esta página explica como o escaneamento intraoral vira um STL, o que o laboratório precisa receber e onde o digital ainda convive com o modelo físico.

Do escaneamento intraoral ao STL

No fluxo digital, o dentista captura a arcada com um scanner intraoral em vez da moldagem com material. O resultado é um arquivo 3D, normalmente em formato STL (também PLY ou OBJ em alguns sistemas), que representa a superfície dos dentes e da gengiva.

Esse arquivo entra no software CAD do laboratório, onde a prótese é desenhada, e depois vai para a fresadora ou impressora (CAM). Quando o STL chega limpo e com a região de interesse bem capturada, o laboratório projeta direto, sem depender de gesso.

O que o laboratório precisa receber para não refazer

Arquivo digital incompleto gera o mesmo retrabalho de uma moldagem ruim. Antes de aceitar produzir no fluxo digital, vale confirmar que chegou o essencial:

  • STL da arcada de trabalho com a margem do preparo nítida, sem falhas de captura.
  • STL do antagonista, para a oclusão.
  • Registro de mordida (escaneamento em máxima intercuspidação).
  • Cor na escala e fotos do caso, sobretudo em dente anterior.
  • Material e tipo de trabalho definidos, porque mudam o desenho no CAD.

Onde o digital ainda encontra o físico

Nem todo caso é 100% digital. Há clínicas que ainda moldam em material e enviam o modelo, e há laboratórios que imprimem um modelo a partir do STL para conferir o trabalho. O fluxo digital não elimina o físico em todos os casos; ele reduz a dependência da coleta e do transporte de moldes.

Para o laboratório, a vantagem prática é receber o arquivo na hora, sem esperar o portador. Para isso valer, o arquivo precisa chegar no mesmo lugar do resto do pedido — cor, material e prazo — e não solto em um e-mail ou aplicativo separado.

Arquivo junto do pedido, na iDente

Na iDente, o STL entra anexado ao pedido, junto com material, cor e prazo. O laboratório abre o caso com tudo no mesmo lugar, em vez de cruzar um arquivo recebido por um canal com uma combinação feita por outro.

A iDente não substitui o seu scanner nem o seu software de CAD/CAM: ela organiza a entrada do pedido digital e registra o que foi combinado, com o pagamento reservado antes da produção.

Perguntas frequentes

O que é um arquivo STL na prótese?

É o arquivo 3D gerado pelo escaneamento intraoral, que representa a superfície dos dentes e da gengiva. Ele entra no software CAD do laboratório para o desenho da prótese e depois vai para a fresadora ou impressora.

O que o laboratório precisa receber no fluxo digital?

O STL da arcada de trabalho com a margem nítida, o STL do antagonista, o registro de mordida, a cor na escala e a definição de material e tipo de trabalho. Faltando algo, o risco de retrabalho é o mesmo de uma moldagem ruim.

O fluxo digital elimina o modelo de gesso?

Nem sempre. Muitos casos seguem digitais de ponta a ponta, mas há laboratórios que imprimem um modelo a partir do STL e clínicas que ainda enviam moldes físicos. O digital reduz a dependência do transporte, não a elimina em todos os casos.

Quero receber o arquivo junto do pedido

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